O uso de anestésico é uma pratica de rotina durante a coleta dos óvulos
Uma das etapas mais importantes do tratamento de fertilização in vitro (FIV) é a coleta dos óvulos, que posteriormente serão fertilizados pelo sêmen do parceiro ou de um doador.
Ao se preparar para este procedimento, é comum a paciente se perguntar que tipo de sedação ou anestesia será usada ou quais medidas serão tomadas para garantir o seu conforto.
O texto abaixo detalha em que momento a mulher recebe anestesia para fazer FIV.
Índice
Em que momento da FIV a anestesia é utilizada?
A mulher recebe anestesia para fazer FIV, geralmente, na etapa de coleta de óvulos.
Como é a anestesia na FIV?
Quando a mulher recebe anestesia para fazer FIV, a opção mais frequente é a anestesia intravenosa com propofol — há ainda a possibilidade de realizar o procedimento sem anestesia ou com anestesia local, mas isso pode causar desconforto.
Além de tornar o procedimento mais confortável para a paciente, a anestesia aumenta a segurança do procedimento, evitando movimentações involuntárias durante a punção dos ovários com a agulha usada para coletar os óvulos.
Atualmente, esta é a técnica mais utilizada para a punção folicular, pois os medicamentos empregados proporcionam seguranças clínica, biológica e genética ideais, sem impacto negativo na fertilização, na divisão celular, na implantação e nas taxas de sucesso da gravidez.
O uso de anestesia na fertilização in vitro (FIV) é considerado muito seguro, com a maioria das pacientes apresentando apenas efeitos colaterais leves, como sonolência ou náusea após o procedimento.
O tempo de recuperação costuma ser curto, permitindo que as pacientes retornem para casa no mesmo dia. É importante ressaltar que, quando a mulher recebe anestesia para fazer a coleta dos óvulos, o uso do anestésico não tem impacto sobre nas taxas de sucesso da FIV. Seu principal papel é aumentar o conforto da paciente e facilitar o processo de coleta de óvulos para que ele seja mais tranquilo.
A escolha dos medicamentos, quando a mulher recebe anestesia para fazer FIV, deve sempre ser discutida e decidida em consulta com o especialista em fertilidade e com o anestesista, levando em consideração as condições de saúde individuais e quaisquer reações anteriores à anestesia.
Como preparar o corpo para a FIV?
Se a mulher recebe anestesia para fazer FIV durante a coleta de óvulos, o jejum de alimentos e bebidas por um período de oito horas é essencial para o sucesso da coleta e para evitar efeitos colaterais e complicações. Após a coleta, recomenda-se repouso e evitar esforços físicos durante o resto do dia.
Já o preparo durante todas as etapas do tratamento exige cuidados com o corpo e a mente. Alimentação equilibrada, controle do estresse, acompanhamento médico regular e adoção de hábitos saudáveis, como sono adequado, atividade física leve e redução de consumo de álcool e cafeína, são fundamentais.
Em muitos casos, o especialista em reprodução humana também indica suplementações e ajustes hormonais para aumentar as chances de sucesso do tratamento.
A fertilização in vitro é dolorosa?
O tratamento de FIV, que leva, em média, 30 dias, não é doloroso. Porém, existem algumas etapas, como a da coleta de óvulos, em que é possível sentir um leve desconforto, por isso é indicado que a mulher receba anestesia para fazer a coleta dos óvulos.
Além disso, alguns efeitos colaterais do hormônio estimulante podem estar presentes, como a retenção de líquidos, dores abdominais e dores de cabeça. Já a etapa de transferência embrionária é indolor e rápida.
Como a Mater Prime pode oferecer conforto e segurança em cada etapa da FIV?
A Mater Prime é uma clínica de reprodução humana reconhecida nacionalmente por oferecer um acompanhamento completo, humanizado e centrado no bem-estar de seus pacientes. Desde a primeira consulta, a equipe multidisciplinar orienta todo o processo, esclarece dúvidas e garante que cada etapa seja realizada com segurança.
Com tecnologia moderna, anestesistas especializados e protocolos rigorosos, a Mater Prime proporciona um ambiente acolhedor, minimizando desconfortos e tornando o tratamento mais tranquilo.
Fontes:
PubMed
Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana do Brasil





