Vacinas obrigatórias antes da FIV: quais atualizar

As vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro são essenciais para reduzir riscos maternos e fetais, garantindo segurança durante a gestação

A atualização das vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro é uma etapa fundamental da preparação para o tratamento. Como a gestação exige um sistema imunológico equilibrado e protegido contra doenças potencialmente graves, a imunização adequada ajuda a reduzir riscos clínicos, evitar complicações e aumentar a segurança das tentativas de FIV.

Muitas vacinas obrigatórias na fertilização in vitro precisam ser aplicadas com antecedência devido a prazos específicos para garantir a resposta imunológica adequada. Por isso, o planejamento vacinal geralmente faz parte da triagem inicial do casal, permitindo que o tratamento ocorra no momento ideal, com menor probabilidade de intercorrências durante o pré-natal.

Quais são as vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro?

As vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro têm como objetivo proteger a paciente e o futuro bebê de infecções que podem causar aborto, malformações ou complicações graves. Elas são recomendadas de acordo com protocolos nacionais e internacionais de reprodução assistida.

Entre as principais vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro estão:

  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola): essencial porque a rubéola é altamente teratogênica (ou seja, tem potencial de causar malformações);
  • Hepatite B: protege contra a infecção crônica materna e evita a transmissão da doença para o bebê;
  • DTpa (difteria, tétano e coqueluche): recomendada especialmente pela proteção neonatal contra coqueluche (os anticorpos que a mãe produzir serão passados pelo leite para o bebê);
  • Varicela: indicada quando a paciente não possui imunidade prévia (mulheres que nunca tiveram catapora devem ser vacinadas).

Essas vacinas obrigatórias na fertilização in vitro podem exigir um intervalo entre a aplicação e o início do tratamento de 30–90 dias, principalmente as que são feitas com vírus atenuados, como a de tríplice viral e de varicela. Por isso, a checagem vacinal deve ser realizada logo no início da avaliação do casal.

Além das vacinas obrigatórias, existem outras recomendadas antes da fertilização in vitro?

Sim. Além das vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro, há imunizações consideradas fortemente recomendadas, pois aumentam a proteção da paciente durante a gestação e diminuem riscos de complicações obstétricas e infecciosas.

As principais vacinas recomendadas são:

  • Influenza: reduz o risco de complicações respiratórias durante a gravidez;
  • Covid-19: protege contra formas graves da doença e evita impacto sistêmico durante a gestação;
  • Hepatite A: indicada para pacientes sem imunização prévia;
  • Pneumocócica: em casos específicos de pacientes com comorbidades.

Essas vacinas não entram no grupo das vacinas obrigatórias na fertilização in vitro, mas contribuem para uma gestação mais segura, especialmente em pacientes com fatores de risco ou histórico de infecções recorrentes.

Dúvidas frequentes sobre vacinas e o tratamento de fertilização in vitro

Durante o preparo para a FIV, é comum surgirem dúvidas sobre prazos, segurança e compatibilidade entre imunizações e o tratamento. Em geral, a maior parte das vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro pode ser administrada sem comprometer o andamento clínico, mas algumas exigem intervalos específicos para garantir a resposta imunológica adequada.

O ideal é realizar a checagem sorológica e o calendário vacinal antes de iniciar a estimulação ovariana, evitando riscos de adiamento do tratamento. Seguir essa etapa garante que as defesas imunológicas da mulher estejam adequadas no momento da gestação.

De uma forma geral, evita-se a aplicação de vacinas durante as semanas de estímulo ovariano para que o corpo esteja sujeito a menos estresse. A depender da programação do tratamento de FIV da paciente (necessidade de realizar alguma cirurgia ou bloqueio hormonal antes da transferência de embriões), a atualização vacinal pode ser encerrada com segurança no período entre a coleta de óvulos e a transferência embrionária.

Posso tomar a vacina contra HPV durante a FIV?

A vacina contra HPV não faz parte das vacinas obrigatórias antes da fertilização in vitro, mas pode ser recomendada em algumas situações.

Ela normalmente é aplicada antes do início do ciclo, porque não há estudos robustos sobre sua aplicação durante a gestação. Portanto, o ideal é finalizar o esquema antes da FIV ou aguardar o pós-parto para concluir as doses restantes.

Posso tomar a vacina antitetânica antes da FIV?

Sim. A vacina antitetânica, inclusive, está entre as vacinas obrigatórias na fertilização in vitro nos casos em que a carteira vacinal está desatualizada. Esta imunização pode ser administrada com segurança antes do início do tratamento e não interfere no processo de estimulação ovariana nem na transferência embrionária.

A Mater Prime te orienta sobre as vacinas obrigatórias e todos os cuidados antes da fertilização in vitro

Além das vacinas obrigatórias na fertilização in vitro, a clínica acompanha todas as etapas prévias ao tratamento, incluindo exames, preparo hormonal e orientações específicas para cada paciente. O objetivo é oferecer um processo seguro, bem-planejado e alinhado às melhores práticas em reprodução assistida.

 

Fontes:

Gov.br

Mater Prime

Blog

Confira as últimas novidades do mundo da Reprodução Humana

Youtube Dr. Rodrigo Rosa

Inscreva-se no canal da Mater Prime

Vídeos novos toda terça e quinta às 17h

x